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Páginas Amarelas de Cabo Verde

Tudo que procura, encontra nas Páginas Amarelas.

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Está a pensar em trocar o carro?

A decisão de trocar de carro não é fácil, afinal, ainda que o nosso não seja o melhor do ano, acabamos por criar uma finidade com aquele objeto de estimação e desfazer dele é motivo de nostalgia.

 

Passada essa fase de desapego do antigo carro, é a hora de decidir que carro comprar e quais os custos e benefícios. Para isso, é preciso ter atenção em alguns aspetos como: a média do consumo de combustível, o custo de manutenção e revisão, a média de desvalorização anual, a potencia do motor entre outros.

 

Para minimizar as suas dúvidas no que diz respeito a qual carro comprar em 2016 deixamos alguns dicas:

  1. Fiat Palio Fire Way 1.0 Flex - é económico, por isso, uma boa opção para gastar muito menos. Além de ser aconchegante é confortável e tem a direção hidráulica
  2. Chevrolet Onix LT1.4 - a vantagem desse modelo é que vem com o sistema Mylink e computador de bordo. Ele também é muito económico. É ótimo para revenda e ainda de fácil manutenção.

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  3. Volkswagen Move Up! 1.0 – esse modelo tem a direção elétrica e engates curtos e precisos. Quem dirigir esse carro não vai mais querer mudar. Quando se trata de consumo, é super económico e ainda tem um motor turbo de 1.0. Ele une tecnologia e de ponta e é muito confortável. Tem uma preocupação com a sustentabilidade, tendo sido escolhido como o maior carro sustentável do Brasil.
  4. Nissan Versa SV 1.6 – Com um design bonito e diferente esse carro proporciona uma ótima sensação na sua condução. O sistema de som com controlo no volante e computador a bordo é aliado a um menor custo de manutenção. Com nem tudo é mil maravilhas, este modelo não agrada a todos quanto ao seu design e sua alta desvalorização, mas compensa pelas suas vantagens.

 

Fica então a nossa sugestão para quem quer comprar um carro atual e que está em alta em 2016. O importante é que sinta-se confortável e que o seu novo carro venha satisfazer as suas necessidades do dia-a-dia.

 

 

Por Cheila Delgado

Viaje para Cabo Verde

Chegou o mês de Agosto, mês de verão nessas ilhas que encantam e deslumbram todos que pisam esse solo. Sol, mar, boa gastronomia e muita morabeza, são combinações que fazem dessas ilhas um refúgio agradável e inesquecível para os que a visitam.

 

Qualquer das escolhas que faça, pelas ilhas da essência (Santiago e São Vicente), Ilhas dos Sentidos (Fogo, Brava, Santa Luzia e São Nicolau) ou Ilhas do Sol (Boavista, Maio e Sal) a sensações serão com certeza inigualáveis.

 

Nas ilhas da essência viajarás pelo marco cultural no verdadeiro sentido histórico das ilhas. O movimento cultural está centrado principalmente nessas duas ilhas. Ilhas do sol como o nome já diz, as praias de areia branca e águas cristalinas, fazem delas o aconchego dos que gostam de ter a imensidão do mar aos seus pés. Quando fala-se em sentir, é de deixar de boca aberta as paisagens das ilhas dos sentidos. Santo Antão impõe com as suas montanhas de arrepiar qualquer viajante. Na ilha das montanhas o turismo de rural é uma boa opção para fugir da turbulência urbana.

 

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Cada uma dessas ilhas carrega consigo um poder cativante, pela sua beleza, seu saber receber e principalmente pelas paisagens que diferencia cada uma.

 

Os sentidos de cada visitante entram em estase a cada sabor diferente proporcionada pela culinária das ilhas. Da comida onde a cachupa é a rainha degustativa e o grogue de cana sacarina o aperitivo que todo visitante deve provar.

 

No mais, os braços dos cabo-verdianos estão sempre aberto para receber os que chegam e como não da para descrever o que é percorrer essas maravilhas do oceano Atlântico, prepare as malas e venham mergulhar pelas variedades de sabores que há nesses dez grãozinhos de terra.

 

 

Por Cheila Delgado

Fonte: http://www.guiadecaboverde.cv/index.aspx?menuid=50&lang=P

O sucesso não aceita medo

Segundo a descrição do autor Max Gehringer existem dois tipos de pessoas, as que confessam que tem medo e as que mentem.

 

Todos nos temos algum medo, seja ele referente a vida pessoal ou profissional. No entanto, o importante não ou ter ou não medo. É crucial que todos saibam tirar proveito dos seus medos para que cada um deles os faça mais forte e mais determinados.

 

Um dos maiores obstáculos para o sucesso de uma carreira profissional, é o medo. Medo de arriscar, de ousar, de ser proactivos. Isso devido a insegurança de como os outros irão reagir as nossas atitudes e principalmente a forma como lidamos com cada reação.

 

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Nesse contexto, a palavra mágica é a coragem, que nada mais é do que a maneira como cada um lida com os seus medos. A coragem só tem sentido quando existe medo, portanto aqui novamente é visível a importância do medo na concretização de muitos dos nossos atos de coragem.

 

As decisões nas nossas vidas são tomadas no calor do medo. O medo de mudar, de arriscar, de falar, de agir. É a presença do medo que nos faz agir e não a ausência dele.

 

Não veja o medo como algo negativo, pois na maioria das vezes é algo positivo, que nos deixa atentos aos riscos, aptos a fazer avaliações calmas para decisões mais acertadas. É ele que nos torna profissionais cada dia mais vulneráveis e preparados para os riscos do mundo laboral.

 

“ Viver sem medo é desumano, no entanto viver sem medo de ser feliz é muito demasiado poético. Na vida prática todas as pessoas de sucesso que conheci, foram aquelas que nunca tiveram medo de ter medo” ressalta Max Gehringer.

 

 

Por Cheila Delgado

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=wg7PFs-Rl6w

 

 

Concentre-se nos seus clientes e não nos seus concorrentes

A maior parte das empresas contemporâneas então de olhos postos nas transformações digitais, e o quão útil podem ser aos negócios. Essa tendência faz muitas vezes com que as empresas estejam demasiadamente focadas no que a concorrência está a desenvolver a nível comercial por exemplo, em vez de estarem atentos as necessidades que surgem no seio dos seus clientes.

 

Acompanhar todas as mudanças digitais é um desafio grande para as empresas, afinal, as pessoas estão a caminhar mais depressa nesse aspeto. As pessoas começam a moverem rapidamente nas plataformas digitais e fazem inúmeras tarefas a distância de um click.

 

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Se os seus clientes são essas pessoas que hoje querem tudo rápido, bom e barato, deveras adequar as suas necessidades, sejam elas tecnologias ou de outras ordens.

 

Os clientes não querem ser controlados, esperam sim ter o poder de decisão. Agir com empática e abertura é o melhor caminho para alcançar esses objetivos.

 

Os clientes não pensam em linha reta, por isso, suas estratégias precisam ser não linear. Para isso, esteja atento a alguns aspetos:

 

  1. Estratégias: é preciso ir além das previsões do mercado, com uma visão clara das mudanças que ocorrem diariamente;
  2. Comunicação: deve haver uma comunicação clara das vantagens dos seus produtos assim como sua visão, missão e valores;
  3. Personalização: Tenha em mente que cada cliente é único e deve ser tratado como tal. A atenção não deve ser diferenciada, porém a que adequar as suas propostas e a linguagem para cada um deles;
  4. Social: os clientes não podem ser vistos apenas como canais de distribuição de mensagens. Devem ser uma ponte para a construção de relacionamentos genuínos e duradouros.
  5. Lealdade: para que os relacionamentos sejam genuínos e duradouros, há que ter uma reciprocidade entre as partes. A lealdade só se faz quando somos fiel na troca.

 

O saber observar e escutar cada um dos seus clientes é uma forte vantagem competitiva, sem que estejas tão preocupado com o que seus concorrentes fazem. Preocupe-se com estratégias competitivas e operacionais que lhe define como único.

 

 

Por Cheila Delgado

 

Fonte: https://hbr.org/2016/04/focus-on-keeping-up-with-your-customers-not-your-competitors

A magia de um encontro de 30 minutos

Segundo Peter Bregman a cinco anos atrás, depois de ficar frustrado com a sua tendência infrutífera de lidar com várias atividades ao mesmo tempo, tentou uma experiência: durante uma semana, exercitou a tarefa de lidar com uma atividade de cada vez.

 

Essa experiência melhorou tudo. Melhoraram os relacionamentos, dissolveu o stress, e aumentou a produtividade. Existe zero desvantagens quando concentramos em uma coisa de cada vez, sem distração.  

 

No passado, fazia chamadas, escrevia e-mails e navegava na Internet, tudo ao mesmo tempo o que dificultava a concretização nas tarefas de forma plena e eficaz.

 

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O autor realça, porém, que não tinha limite em fazer algumas coisas como - jantar com amigos, escrever, dormir, ter tempo livre com a família. A falta de organização não restringe apenas aos aspetos profissionais, acaba por estar presente em qualquer atividade que fores desenvolver. Muitas vezes, nós estragamos uma hora da nossa agenda. Porquê? Como é possível em uma hora fazer uma pequena reunião, telefonemas, e compromissos? O segredo é ter o controlo das suas ações.

 

Se tens a metade do tempo para fazer algo, te tornas hiper-consciente de como usar esse tempo. Se antes uma chamada durava 1 hora, com certeza se houver foco o tempo reduzirá pela metade. Os recetores das chamadas vão estar cientes da restrição de tempo e terão a noção do limite. Nos ouvem melhor, porque, quando as coisas movem mais rápido, tendem a estar mais alertas

 

Em nenhum lugar este impacto tem sido mais transformacional - e mais evidente - que no coaching de liderança que fazemos na Bregman Partners, diz o autor. Nos últimos anos, todo o treinamento que fazemos são realizados em sessões de 30 minutos.

 

 

As vantagens são óbvias da organização do seu tempo:

 

1.   Todos economizam tempo e dinheiro;

 

2.  Os clientes aparecem na hora anteriormente acordado. No momento em que as pessoas interiorizam que tem pouco tempo para absorverem todas as informações que serão transmitidas, ficarão menos propensos a ignorar o que é dito;

 

3.   Todos serão pontuais. Cada minuto conta numa conversa de 30 minutos e eles sabem disso. A sessão é iniciada mais rapidamente e o relacionamento é construído        com o objectivo de fazer um bom trabalho, e não de conversa fiada; 

 

4.     As pessoas são muito mais propensas a virem preparadas. Não há desperdício de tempo. Os clientes sabem o que querem e isso torna-se uma prioridade.

 

 

Leia o que precisas antecipadamente e peça aos outros para fazerem o mesmo. Pense nas tuas dúvidas. Decide o que é importante e o que dispensas. Faça a ti mesma a pergunta mais importante: Qual o resultado que eu quero alcançar?

 

Decida sobre a única coisa que vai fazer a maior diferença, e passe os 30 minutos sobre esse assunto, tópico ou oportunidade. Comece na hora certa, ainda que todos não estejam presentes. Seja ousado e disciplinado em manter a conversa na linha. Deixe de lado qualquer coisa que seja menos crítico. Tome decisões rapidamente.

 

Por outro lado, quando cortas o tempo das reuniões e de outras atividades pela metade, terás muito mais tempo para relaxar no jantar com amigos, escrever, dormir e estar com as pessoas que amas.

 

 

Por Rosa Cortez

Fonte: https://hbr.org/2016/02/the-magic-of-30-minute-meetings

As equipas que compartilham histórias pessoais são mais eficazes

Tenho a certeza que qualquer profissional que esteja no mercado há algum tempo já sofreu a frustração de estar em uma equipe que sinta-se um peixe fora da água. Esse tipo de situação, normalmente leva a conflitos entre membros de equipa e um clima de tensão e desconfiança no seio das organizações.

 

A sensação de fazer parte é importante para que cada membro da equipa possa sentir livre para compartilhar situações boas e menos boas que irão enriquecer a vida profissional dos demais colegas.

 

Quando existe uma certa a vontade entre os colegas de trabalho, há uma maior e melhor comunicação, o que facilita a desimanação e compartilhamento de informações no ambiente de trabalho. Quanto maior a comunicação, menor a chance das pessoas não terem em mãos todas as informações para o bom desempenho no dia-a-dia de trabalho.

 

É de realçar que o compartilhamento de informações muitas vezes pode ser pessoal, o que ira depender do grau de intimidade que os funcionários têm entre si, o que acaba por ser uma vantagem, afinal quanto melhor as pessoas se conhecem, melhor a conectividade entre elas.

 

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Uma forma muito interessante que a autora desse artigo Francesca Gino, coloca como sendo uma boa prática para uma boa comunicações entre as equipes são práticas semanais de reuniões onde cada um tem a liberdade de falar de aspetos bons dos seus colegas. Essa prática, além de criar uma aproximação entre os membros de equipa, proporciona um alinhamento de perceções sobre os mesmos.

 

Na linha desse artigo, podemos dar o exemplo também da empresa Directel Cabo Verde, que tem uma dinâmica semanal com os seus funcionários, onde destaca um por semana para fazer a apresentação de um artigo. De seguida são todos chamados a colocarem o seu ponto de vista o que cria um clima de discussão de ideias saudáveis e enriquecedoras.

 

Portanto, ainda que não tenhas grau de intimidade suficiente com o seu colega de trabalho, partilhe com ele suas boas e más experiencias. Com certeza isso será o inicio de trocas de conhecimentos que só acrescentará á sua vida profissional.

 

 

Por Cheila Delgado

Fonte: https://hbr.org/2016/04/teams-who-share-personal-stories-are-more-effective

 

 

Como esfriar uma negociação aquecida?

A negociação é o uso da informação e do poder de convencimento, a fim de influenciar o comportamento dentro de uma rede de tensão (Cohen, 1980).

 

As pessoas normalmente temem essa fase do processo comunicacional, pois mesmo que estejam preparadas, ela pode tomar contornos inesperados.

 

A negociação atinge vários níveis até chegar ao extremo mais aquecido e determinante. É notório quando estamos a aproximar parte chave da negociação, pois sentimos algumas modificações como por exemplo no tom da voz e a pressão arterial.

 

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Preste atenção em algumas dicas para que negociação seja um meio e não um fim:

  1. Concentre-se nas suas reações físicas: O nosso corpo muitas vezes fala mais que as palavras que proferimos. Respire fundo caso precise;

 

  1. Ouça o que o seu homólogo está dizendo: deixa-o desabafar sem o interromper, isso lhe dará margem para pensar e saber como intervir;

 

  1. Mostra-lhe que está a ouvi-lo: Começa o seu discurso com uma introdução daquilo que o seu receptor disse, ele sentirá valorizado no processo comunicacional;

 

  1. Faça uma pausa: Se estás a ficar com raiva ou emocionalmente abalado com o rumo da conversa, faça uma pausa, irá dar-te margem para pensar melhor naquilo que vais falar;

 

Em qualquer negociação que estejas, seja ela pessoal ou profissional, é importante “conhecer” o seu recetor, isso proporcionará uma comunicação menos tensa. Escute-o com atenção. Pense sempre como gostarias de ser tratado se estivesses na situação do seu homólogo. Está postura, levará a sua negociação a uma fase de maturidade que ainda que as opiniões sejam diferentes, haverá uma boa cumplicidade entre as partes.

 

Fonte:https://hbr.org/2016/02/how-to-cool-down-a-heated-negotiation

As redes sociais no ambiente de trabalho

As novas formas de comunicação que surgiram e evoluíram nos últimos anos, mudaram a conjuntura comunicacional de muitas empresas e consequentemente o seu ritmo de trabalho.

 

Antes de toda essa modernização tecnológica e digital, as probabilidades dos funcionários se distraírem era de longe menor que nos dias de hoje. Na maioria das vezes, as pessoas se distraiam com pequenas conversas paralelas que não tinha uma duração prolongada, tendo em conta a visibilidade que essa tinha num espaço aberto por exemplo. Hoje o funcionário pode passar horas a fio nas inúmeras redes sociais, chamar a atenção, e o mais perigoso, sem mostrar que não estar a ser produtivo para a sua empresa.

 

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Algumas dicas do uso adequado das redes sociais no contexto laboral:

  1. Tenha atenção as suas publicações, pois há assuntos que são polémicos e que podem fugir do seu controle;
  2. Evite fotos sensuais ou exposta, isso poderá afetar a sua imagem profissional;
  3. Quando o uso das redes sociais na empresa é ilimitado, determine um horário que farás o uso dessas plataformas. Isso evitará a sua distração constante;
  4. Evite adicionar à sua lista de amizades, pessoas de altos cargos na empresa, caso não tinhas nenhuma relação de amizade com elas;
  5. Nunca divulgue informações que só dizem respeito a empresa nas redes sociais.

 

O bom senso e o profissionalismo são características fundamentais para que os profissionais saibam lidar com essas mudanças de comportamento comunicacionais.

A ponderação e o compromisso profissional com a empresa devem estar de mãos dadas para que situações desagradáveis não venham afetar de forma negativa o nome da empresa.

Lembre-se que, o que é postado no seu perfil, vai caracterizar-lhe como pessoa e profissional.

 

Por Cheila Delgado

Fonte: http://atitudeenegocios.com/redes-sociais-no-trabalho/

O poder dos produtos/serviços singulares

Os novos consumidores criaram a necessidade da personalização e customização dos seus produtos e serviços. Sabem de ante mão, o que querem, como querem e quando querem.

 

A forma como cada empresa serve os seus clientes irá diferencia-lo no mercado. O serviço singular e personalizado, faz de qualquer empresa uma referência no seu ramo de atuação. Nessa estratégia, quem ganha não é somente quem presta o serviço, afinal o consumidor terá melhor qualidade, bem como inúmeras opções de escolha.

 

Para as empresas a estratégia de um serviço singular é uma grande chance de crescimento. Atingir públicos específicos, conquista-los e mante-los, não caracteriza uma tarefa fácil, mas se o conseguir terá o retorno do investimento.

 

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Um exemplo prático do quão interessante é a prática do serviço singular:

 

Devido ao tempo que uma garrafa de vinho tem para ficar aberta sem se deteriorar, essa impõe ao cliente a bebe-la de uma única vez, ou em uma mesa, fazer com que todos degustam do mesmo vinho, ainda que cada um tenha uma preferência diferente. Isso já não acontece com as marcas de cafés por exemplo, que tem a opção de tirar um ou vários cafés e cada um da maneira que o cliente preferir.

 

No entanto, Coravin (um sistema inovador que permite provar o vinho de uma determinada garrafa sem retirar a rolha) torna isso possível. É um produto com base em tecnologia de dispositivos médicos que permite aos consumidores extrair vinho a copo a partir de um frasco através de uma agulha, sem retirar a rolha, preservando assim o vinho restante na garrafa. Ele reduz o “compromisso” de abrir a garrada e sentir a necessidade de termina-lo em uma sessão. Ela ajuda a tornar o vinho mais atraente para as e apreciadores de vinho mais casuais.

 

É de realçar que esse tipo de serviço tem dado saltos positivos nos ganhos de muitas empresas a nível mundial. É a arte de oferecer ao cliente as suas preferências e particularidades em cada um dos produtos/serviços. É sem dúvida uma poderosa estratégia de conquista de mercado.

 

 

Por Cheila Delgado

Fonte: https://hbr.org/2015/10/the-billion-dollar-opportunity-in-single-serve-food

As vendas e os novos tempos

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O mundo comercial se desdobra em várias nuances que até mesmo quem lida com essa área diariamente, surpreende com os novos desafios este exige.

 

As empresas que atuam no mercado das vendas, estão cada dia mais exigentes, afinal, comprar e vender é uma arte e toda arte deve ser aprimorada.

 

A arte de vender deixou de ser o ato da troca, para ser um estímulo a criação de necessidades que na maioria das vezes não são visíveis nos primeiros momentos.

 

Hoje, os que querem prosperar no mundo das vendas deve investir principalmente, na reciclagem constante dos conhecimentos e melhoramento dos produtos/serviços. Aqui já não há espaço para vendas frias e sem um sentido certo de que o fator principal é e sempre será o cliente.

 

A articulação das vontades e necessidades de cada um dos seus clientes é uma vantagem competitiva a todos os níveis. Primeiro porque, ainda que o mercado mude, a sua capacidade de adequação irá sempre acompanha-lo. Segundo, quanto mais aberto estejas para os preceitos que vão surgindo, maiores as chances de sucesso.

 

A capacidade dos agentes que compõe o processo da venda, inteirarem das mudanças que estão a decorrer nesse campo, é a chave para que os seus produtos e/ou serviços sejam sempre objetos de desejo e consumo dos seus clientes.

 

Assim o que é naturalmente conclusivo é que, há uma necessidade urgente das empresas investirem na modernização dos seus processos de venda. Ressalto que ao falar de modernização, refiro-o no seu âmbito global, dos objetos digitais modernos e a mentes mais atualizadas.

 

 

Por Cheila Delgado