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Páginas Amarelas de Cabo Verde

Tudo que procura, encontra nas Páginas Amarelas.

01
Fev19

Yellow Talks

Páginas Amarelas de Cabo Verde

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As oportunidades e as tomadas de decisões são factos constantes do nosso dia-a-dia. O Yellow Talks é um momento de partilha de experiências, uma conversa descontraída e informal. É um convite à imersão e à reflexão, num contexto de incertezas e de mudanças contínuas, que nos leva a enfrentar o desafio constante de aprender a aprender. Desafia-nos a pensar nas oportunidades, comprometidos com os desafios de hoje. e a questionar o status quo, em busca de soluções com autenticidade. É contribuir para o bem individual e para o bem comum. É sermos os protagonistas das nossas mudanças e líderes das nossas escolhas.

 

O Yellow Talks já fez um périplo pelo Instituto Nacional de Previdência Social, pela Assembleia Nacional e CVMóvel. Quando menos esperar, estaremos na sua empresa/instituição. Porque, para além de ligar as empresas/instituições aos seus clientes/utentes, as Páginas Amarelas tencionam, com partilhas deste tipo, agregar valor à sua equipa e, assim, contribuir para o sucesso das organizações.

 

Até já!

21
Dez18

Expandir ou cancelar o teu potencial, qual tem sido a tua escolha?

Páginas Amarelas de Cabo Verde

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O ano já está a terminar. É hora de fazer um balanço, analisar o percurso e as escolhas dos últimos 12 meses e perspectivar o futuro, estabelecendo novas resoluções, novas rotinas, novas metas e novos objectivos. Ou seja, tudo novo para receber o ano novo!

 
E por falar na capacidade de criar o “novo”, já ouviste falar em neuroplasticidade? Carla Palavra, formada em psicologia, especializada em Coaching, Master Practitioner em Programação Neurolinguística e Fundadora do “Creative Flow”, tem auxiliado muitas pessoas a se libertarem dos bloqueios comportamentais causados pelo cérebro. Através de formações, workshops e atendimentos individuais, realizados em Portugal e em Cabo Verde, tem facilitado processos de Desenvolvimento Pessoal, com pessoas e organizações que pretendem superar as suas limitações, expandir o seu potencial e criar melhores resultados.

Então, o que é a neuroplasticidade?

É a capacidade que o cérebro tem de se modificar para estabelecer novas conexões neurais, que, por sua vez, influenciam a nossa capacidade de conceber ideias criativas. Essa mesma plasticidade também facilita a mudança de hábitos e o adquirir de novas habilidades.

Embora o recurso criativo esteja presente em todos nós, a constituição fisiológica do cérebro não está desenhada para criar reservas de energia. Por isso, para poupar energia, o cérebro tende a tomar os caminhos mais fáceis e, em situações de tensão, assume como resposta automática os procedimentos habituais, que pouco têm de estimulantes. Por exemplo, quando fazemos sempre o mesmo caminho ao voltar para casa ou escolhemos sempre os mesmos restaurantes o nosso cérebro está a poupar energia!

Acontece que, quanto menos estímulos damos ao nosso cérebro, no sentido de estabelecer novas conexões, menor é a sua plasticidade e habilidade de conceber o novo! Seja uma ideia, um produto, um hábito, uma percepção, etc.

Portanto, imagina o tipo de resultados que passarás a poder criar na tua vida quando, em vez de resistência, permitires-te vivenciar fluidez para estabelecer novas conexões e aceder a novas ideias e soluções, quer seja na tua carreira, nos teus projetos pessoais ou nos teus desafios do dia-a-dia.

 

28
Set18

Páginas Amarelas de Cabo Verde ambicionam ser um parceiro estratégico no desenvolvimento do turismo nacional

Páginas Amarelas de Cabo Verde

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Celebrou-se ontem, 27 de Setembro, em Budapeste, na Hungria, o Dia Mundial do Turismo. O encontro teve como tema central a importância das tecnologias digitais no Turismo, já que oferecem oportunidades de inovação e preparam o sector para o futuro.

 

O Dia Mundial do Turismo oferece, sempre, uma oportunidade única de fomentar a consciencialização relativamente à contribuição real e potencial do Turismo no desenvolvimento sustentável.

 

A celebração deste Dia ajuda(rá) a pôr em destaque as oportunidades de desenvolvimento sustentável que os avanços tecnológicos, como a inteligência de dados, a inteligência artificial e as plataformas digitais, representam para o Turismo.

 

Segundo a Organização Mundial de Turismo (OMT), os avanços digitais e a inovação fazem parte da resposta ao desafio de compaginar o crescimento contínuo com uma maior sustentabilidade e responsabilidade no sector turístico.

 

As Páginas Amarelas de Cabo Verde - que, com o trabalho que vêm desenvolvendo através do Guia e do Mapa Turístico de Cabo Verde, ambicionam ser um parceiro estratégico no desenvolvimento do turismo nacional - participaram nas comemorações que tiveram lugar na cidade da Praia, a convite do Ministério do Turismo, por intermédio da Direção Geral do Turismo de Cabo Verde. A nossa participação teve como objectivo fazer a apresentação dos nossos produtos (Guia e Mapa Turístico de Cabo Verde) e da nossa estratégia de transição/evolução do print para o digital, pretendendo representar uma oferta sólida e credível para o sector do turismo.

 

Acreditamos estar no caminho certo, trabalhando para que cada versão dos nossos produtos seja mais completa do que a anterior e abarque mais operadores e serviços. Os nossos produtos podem ser encontrados em agências de viagem e turismo, aeroportos, embaixadas e consulados e feiras, tanto dentro como fora do país. Muito recentemente, estiveram expostos na feira de Lisboa - Seatrade Cruise Med 2018, em parceria com a Enapor.

 

13
Jul18

A nova era do “Ter” mais do que o “Ser”

Páginas Amarelas de Cabo Verde

Segundo Erich Fromm, até os anos 1960, os valores que as pessoas mais prezavam eram a integridade moral, o conhecimento, as boas e sólidas relações de amizade, a competência para o exercício de uma atividade socialmente útil. Em uma frase, os valores mais relevantes tinham a ver com o conteúdo das pessoas mais do que com a aparência delas.

O indivíduo orgulhava-se em ser professor, médico, empresário, etc. Era o tempo em que o “ser” valia mais que tudo, mais do que a remuneração que se obtinha em decorrência da atividade que se exercia.

 

A partir dos anos 1970, os critérios de valor começaram a se alterar e o pêndulo se voltou essencialmente na direção do que se consegue “ter”, ou seja, o que mais se passou a valorizar foi o montante que se ganha e quais os bens que podem ser adquiridos com esse dinheiro. As marcas de grife ganharam fama e tornaram-se cada vez mais conhecidas.

A maior parte das pessoas passou a desejá-las com vigor: o uso de uma determinada bolsa e de certas marcas de relógio passou a indicar a importância e a posição social de quem os possui. Tornaram-se fonte de respeitabilidade.

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A remuneração que se obtém passou a ser mais importante do que as aptidões necessárias para o exercício de uma dada atividade. Ser rico tornou-se muito mais relevante do que ser culto, produtivo ou mesmo honesto. É claro que foram muitos os que conseguiram unir todas as propriedades e enriqueceram em decorrência do exercício de atividades produtivas que exigem sofisticação intelectual e mesmo integridade moral. Porém, passaram a chamar a atenção e atrair a admiração mais pelo que tinham do que por aquilo que eram.

 

Na última década fomos introduzidos, via internet, às redes sociais, ao universo novo dos contatos virtuais. Se, na fase em que o ter passou a prevalecer sobre o ser, pudemos observar um enorme crescimento do exibicionismo físico (na “era” do ser também havia certo exibicionismo intelectual, porém mais sutil e discreto), agora as pessoas passaram a querer mais que tudo “aparecer”. Elas postam fotos suas nas mais diversas situações, todas elas encantadoras e dignas de provocar a inveja de seus “amigos”, que “curtem” o que veem com toda a hipocrisia própria dos que se empenham em disfarçar seus reais sentimentos.

 

Temos caminhado cada vez mais na direção da superficialidade, saindo do “miolo” para a “casca”. Agora a ocupação principal de muita gente é a de exibir uma imagem encantadora de si mesma, sendo que a veracidade daquilo que se exibe interessa cada vez menos. O importante é provocar suspiros de admiração nos interlocutores cada vez mais distantes e menos relevantes.

 

Fonte: http://flaviogikovate.com.br/ser-ter-parecer-aparecer/

 

 

06
Jul18

Qualidade de vida no trabalho

Páginas Amarelas de Cabo Verde

A evolução nos padrões de vida social, fizeram com que as prioridades, os valores e a mudança de mentalidade condicionassem o que é mais ou menos importante na vida de cada um. Ela está diretamente ligada ao sentir-se bem. Isso pode ser identificado no trabalho ou não vida pessoal.


É claro, que existem aspetos fundamentais para que isso aconteça, que estão relacionados com o sentir. No ambiente empresarial, ela é um requisito básico para que os colaboradores sintam-se satisfeitos e contribuam assim para um clima laboral favorável e propicio para o crescimento pessoal e intelectual de cada um.

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É óbvio que tudo que os resultados de qualquer empresa dependem de quão satisfeitos estão em relação a aquilo que o trabalho lhes oferece. Quando isso não é uma realidade na empresa reflete automaticamente nos objetivos gerais da mesma.


Nos dias de hoje, existe uma preocupação constante da maioria dos líderes em medir a satisfação dos seus colaboradores, o que facilita o ajustamento das arestas a fim da melhoria do ambiente empresarial.


A presença de qualidade de vida no trabalho é um ganho a todos os nível e de mão dupla, tanto para o funcionário que consegue desenvolver suas capacidades num meio que o favorece, como também para a empresa que conseguirá reter talentos, ter menor rotatividade e progredir em termos de índices de satisfação. Isso lhes dá uma vantagem no que diz respeito a confiança que os seus colaboradores depositam nele e também a imagem que é levada dos mesmos junto a comunidade onde estão inseridos.


Alcançar a satisfação em ambas as partes é um trabalho contínuo e deve ser trabalhada todos os dias. Por isso, a avaliação da qualidade de vida no âmbito laboral deve ser uma premissa a ser levada em conta em todas as empresas.


Bom final de semana.

 

15
Jun18

O equilíbrio entre o pessoal e o profissional

Páginas Amarelas de Cabo Verde

O equilíbrio é uma busca constante na vida de qualquer pessoa. O que parece muitas vezes é que ele é tão passageiro e volátil que raras vezes é percebida ou a sua existência nos deixa tão bem que este passa despercebido.

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Quando falamos no equilíbrio na vida pessoal e profissional, é importante enfatizar que elas raras vezes irão dissocia-se. Entretanto, há uma linha que separa esses dois campos da vida e quando conseguimos compreender isso, desempenhamos melhor os dois papéis.

 

Deixamos aqui dicas simples quando procuramos o equilibrio nessas duas areas:

  1. A organização é a palavra chave, só assim é possível conciliar o trabalho com os aspetos pessoais e muitas vezes familiares;
  2. Saber o lugar de cada coisa, é uma virtude de pouco quando falamos de trabalho e de vida pessoal. Não misture assuntos do trabalho com problemas pessoais e vice - versa;
  3. Quando for a hora do trabalho priorize-o, e faça de forma eficaz e eficiente, é claro, sem negligenciar a família em assuntos de emergência por exemplo;
  4. Use dos dois espaços na sua vida como ponto de equilíbrio para aliviar quando um dos lados não está bem.

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O bem-estar em todos os parâmetros da vida, depende essencialmente da energia que colocamos neles. Repare, por exemplo,  que quanto menos atenção é despendida para qualquer tipo de tarefa pessoal ou profissional, menos sucesso terá. Portanto, a chave para que o equilíbrio é não abrir mão de nenhuma dessas facetas da vida e cuidar no seu devido tempo e espaço dos assuntos pessoais e profissionais. Só assim poderá ser um profissional equilibrado e uma pessoa cada vez melhor.

 

 

 

 

29
Mai18

Educação Financeira

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Uma das maiores dificuldades de quem trabalha e ganha um salário no final do mês é poupar. A maioria recebe para pagar as contas e satisfazer os seus gastos pessoais. Nisso, esquecem de que o dinheiro também deve ser gerido de maneira inteligente e estratégico. Isso é claro, se não quer terminar todos os meses no vermelho.

 

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Existem alguns tipos de perfis que dizem respeito a maneira como cada um gere as suas finanças. Para identificar esses perfis é preciso que  responda as seguintes questão:

  • Eu controlo o meu dinheiro ou ele me controla?
  • Costuma sobrar dinheiro do meu salário ou apenas pago contas?
  • Eu sempre fecho o mês no vermelho?
  • Faço compras desnecessárias?

Segundo a ENEF (Estratégias Nacional de Educação Financeira), “a Educação Financeira trata-se do processo no qual os indivíduos melhoram a sua compreensão em relação ao dinheiro e produtos com informação, formação e orientação.”

 

Um erro muito comum na hora de decidir se devemos ou não adquirir algo é esquecermos de analisar todas as despesas relacionadas à compra. A chave para uma melhor gestão das finanças é ganhar, economizar e investir.

 

Se tiver dívidas, negocie e segmente todas de forma que se encaixem no seu orçamento. Quando fizer isso, deve sobrar dinheiro. Então, guarde um pouco  e invista o restante ainda na primeira semana. Segundo pesquisas a maioria das pessoas compram por impulso o que por vezes acaba por comprometer o orçamento mensal.

 

Afinal, todas as lojas/empresas são programadas para fazer o consumidor comprar. As promoções sempre vão parecer imperdíveis. Então, como dito, deixe as suas emoções de lado.

 

A educação financeira é um longo caminho, mas como toda jornada, ela começa com o primeiro passo. Esse passo deve ser assumido como um compromisso consigo mesmo para assim mudar a relação que tem com o dinheiro.

 

O melhor caminho para isso é abrir uma conta poupança/totocaixa/investir na bolsa de valores ou comprar o famoso cofrinho e começar a investir mensalmente. Muitos só conseguem se controlar financeiramente quando começam a ver seu dinheiro a multiplicando-se.No começo será difícil, mas quando conseguir fazer o dinheiro sobrar, pagando as contas e investindo, tudo valerá a pena. 

 

Por: Amina Borges e Rosa Cortez

23
Mai18

Gestão de crises nas empresas

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A crise é a palavra que mais tem ouvido nos últimos tempos, devido à situação socioeconómica que viveu no mundo empresarial. Mas o que queremos falar hoje é sobre a gestão de crises nas empresas, quando essas estão ligadas a imagem, à reputação e outros contextos que eles surgem.

 

O maior desafio de qualquer empresa é contornar uma crise que afeta com a sua imagem e reputação. Quando falamos desses dois conceitos, é pertinente lembrar que estão interligados. A imagem normalmente é construída através da reputação que cada empresa tem no mercado.

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Podíamos nomear aqui muitos caso de empresas nacionais e internacionais que sentiram suas estruturas abaladas devido a má gestão de uma crise. Entretanto, vamos apenas descrever alguns passos que são importantes para contornar situações que podem deixar a marca de uma empresa em situação desfavorável.

 

  1. Compreenda a situação em que a sua empresa está envolvida em todas as vertentes;
  2. A comunicação de forma eficiente e eficaz. O não comunicar é muitas vezes um tiro no pé, e acaba por deixar uma situação de desagrado junto do público-alvo;
  3. Use a média seu favor, e compartilhe a sua versão junto dos seus clientes;
  4. Caso tenham pessoas que foram prejudicadas diretamente, converse abertamente com eles e procure solução juntamente com eles.

As crises são normalmente encaradas como um desafio temido por muitas empresas. No entanto, ela pode ser uma oportunidade para que a credibilidade da empresa seja fortalecida e assim uma maior fidelidade com a marca.

 

Se a crise for gerida de forma estratégica a empresa em causa sairá mais credível e valorizada no mercado que atue. Então, use a ameaça como forma de otimizar as suas oportunidades.

 

Por Cheila Delgado 

 

 

 

 

11
Mai18

Etiqueta no Trabalho

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Embora muitas empresas apostem em um ambiente mais descontraído como forma de tornar seus funcionários mais confortáveis e até produtivos, ter em mente noções da etiqueta no trabalho é essencial para fugir de gafes e desconfortos na vida profissional – tendo em vista que, não importa o quão ‘relax’ é o seu ambiente de trabalho, quem ignora por completo as regras da etiqueta corporativa acaba se destacando pelos motivos errados.

Para ajudar os profissionais dos dias de hoje a manter a etiqueta no trabalho e fugir de constrangimentos ao longo da carreira, confira a lista a seguir, e fique por dentro das ‘regras’ de bom senso que não podem faltar entre as qualificações de qualquer profissional:

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  1. Mantenha o respeito
    O bom e velho ‘trate os outros como gostaria de ser tratado’ já resolve o problema.
  2. Respeite a privacidade alheia
    Não invada ou force sua entrada na privacidade de colegas de trabalho.
  3. Seja pontual
    Evite atrasos grandes demais ou muito frequentes no dia-a-dia de trabalho,
  4. Cuidado ao dar apelidos aos colegas
    Nem todos encaram bem esse tipo de brincadeira. Portanto, se a própria pessoa não se dá um apelido, você também não deve inventar um.
  5. Brincadeiras devem ter limites
    Palavrões e piadas obscenas podem agredir aos colegas, e brincadeiras desse tipo devem ficar da porta do escritório para fora.
  6. Tenha bom senso ao se vestir
    Roupas discretas e mais sérias são melhores para o ambiente de trabalho. Há empresas que permitem vestimentas mais descontraídas, mas não se deve abusar, e manter o bom senso é sempre a melhor pedida.
  7. Tenha boa vontade
    Ser solícito e ajudar seus colegas de trabalho pode render muitos pontos para a sua imagem profissional.
  8. Cumpra suas obrigações
    Respeite prazos e cumpra as suas obrigações no dia-a-dia de trabalho, evitando perder tempo com o que não faz parte do seu cargo ou com assuntos pessoais.
  9. Cuidado com o tom de voz
    Falar alto demais ou o tempo inteiro são atitudes bastante mal-vistas no ambiente corporativo, é claro no
  10. Respeite a pausa para o almoço
    Use esse horário para se alimentar e cuidar de assuntos pessoais, e deixe o trabalho de lado durante a pausa.
  11. Atenção com o olfato alheio
    Cuidado com o estilo e a quantidade de perfume usada.
  12. Seja bem-educado com clientes e colegas
    Ser simpático e bem-educado – pedindo licença ao entrar na sala de colegas e superiores, por exemplo – é fundamental.
  13. Respeite hierarquias
    É preciso estar bem informado em relação às hierarquias da empresa e respeitá-las, mesmo que não concorde.

Falar de etiqueta está ligado diretamente do bom senso de cada um. É importante saber adequar o comportamento a cada tipo de situação. Assim com certeza não haverá constrangimento no meio corporativo. A boa convivência depende de cada um. No entanto cabe também a empresa deixar bem claro quais os limites comportamentais que permite.

 

Por Luisa Rodrigues

 

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