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Páginas Amarelas de Cabo Verde

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26
Mai15

Dicas para marketers sobre o futuro das plataformas digitais

Páginas Amarelas de Cabo Verde

Nos dias de hoje é cada vez mais necessário promover uma interação ou um envolvimento proactivo de clientes com as empresas. Uma interacção, que vai além da simples prestação de serviços ou da procura/oferta, mas sim uma interacção significativa que possa criar um relacionamento.

 

Com ajuda ou suporte das plataformas digitais a exemplo do facebook, twitter, linkedin, instagram, pintrest, snapchat, está sendo mais fácil criar esse envolvimento/relacionamento.

 

Segundo alguns especialistas, os passos da inovação não mostram quaisquer sinais de abrandar, o que quer dizer que o futuro das plataformas digitais pode ser muito promissor. Mas para compreender o futuro destas plataformas é preciso antes conhecer e compreender os 7ps, e como atuarão dentro delas:

 

marketig-nas-redes-sociais.jpg

 

1.P (Pessoas)

As plataformas facilitam e suavizam a comunicação, eliminam o atrito entre informação e comunicação, permitindo uma comunicação bipolar, dando as pessoas o poder de informar e de ser informado, deixando de ser um recetor passivo e passar a ser um emissor/recetor ativo. Hoje somos mais eficientes graças a essas plataformas que definitivamente estão a tornar as nossas vidas muito mais fácil.

 

2.P (Participar)

As plataformas promovem uma participação ativa dos clientes na vida das empresas, isso devido a sua estrutura ( two sided networks). A GO Pro (famosa Fabricante de Camêras HD), utiliza uma estratégia bem interessante, que é, envolver os seus clientes na vida na empresa/marca, não apenas como consumidores, mas também como uma comunidade co-criadores. O objetivo é fazer os clientes sentirem-se “HEROIS”, por poderem partilhar os seus entusiasmos e conteúdos na plataforma. Para promover a participação de clientes, os marketers devem apostar no relacionamento contínuo, não apenas criar conteúdos que se tornam virais, mas criar conteúdos que possam gerar ou desencadear conversas, debates e discussões dentro da plataforma.

 

3.P (Personalizar)

Hoje estamos no centro de controlo das informações. Antes, éramos bombardeados por milhares informações, algumas úteis, outras nem tanto. Hoje as plataformas disponibilizam um conjunto de ferramentas que nos permitem, selecionar, segmentar, personalizar as informações que nos interessam e constantemente estamos a criar os nossos próprios filtros.

 

4.P (Produto)

Já foi o tempo em que utilizava-mos as plataformas para falar de produtos, hoje os produtos estão dentro das plataformas, podemos pesquisar, escolher, comparar e comprar através delas. Por exemplo, os clientes da UBER (Empresa Americana de rede de transportes) podem selecionar músicas para as suas viagens diretamente da sua playlist no Spotify (serviço de música via streaming).

 

5.P (Processo)

Muitas empresas estão a utilizar as plataformas para reformular a forma de fazer negócios e outras atividades empresariais, por exemplo, as Páginas Amarelas de Cabo Verde utiliza o Trello para facilitar o processo da produção e o Facebook como intranet.

 

6.P (Pagamento)

O pagamento digital suaviza o processo de compra e venda. Podemos comprar um app, pagar um táxi, pedir um café e pagar, sem precisar de dinheiro físico, isso graças ao pagamento digital.Espera-se que em breve haja uma maior integração de e-commerce e redes sociais nas plataformas.

 

7.P (Parceiros)

Deve haver uma parceria entre plataformas e fornecedores para desbloquear a conectividade. Um usuário de uma plataforma deve ter um suporte tecnológico e técnico por parte do fornecedor. Um restaurante, que tem uma página online em uma rede social, se quiser, por exemplo, acrescentar um aplicativo onde se pode escolher ingredientes para pratos personalizados e encomendar, deve ter a garantia dos fornecedores da flexibilidade da plataforma para adaptar a sua necessidade.

 

O futuro será de grandes desafios e o futuro de muitas empresas e marcas vai depender de como irão se posicionar dentro das plataformas. O cliente não será apenas consumidor de produtos e serviços, fará parte de uma grande equipa de criadores da identidade de empresas e de marcas. Os marketers devem criar estratégias para acrescentar valores aos seus clientes, pois quanto mais valorizados se sentirem, mais envolvidos estarão com a marca.

 

 

Por Edmilson Furtado

Baseado no artigo “ A cheat sheet for marketers on the future of digital plataforms” de Mark Bonchek e Cara France

14
Mai15

Empatia ou Simpatia?

Páginas Amarelas de Cabo Verde

No contexto comunicacional, a empatia não é nada mais do que dar e receber entre o emissor e o recetor. Por exemplo, um vendedor numa conversa com um cliente, ainda que seja simpático, com um sorriso de orelha a orelha, que não consegue extrair do seu interlocutor uma palavra que o possibilita dar continuidade a sua negociação, significa que ele é simpático, porém não empático.

1.jpg

 

Um vendedor empático, é aquele que consegue com o direcionamento da conversa extrair do cliente o máximo de informações que serão importantes para uma venda seja bem-sucedida. Para isso, é necessário que o vendedor esteja atento aos sinais que o seu cliente dá ao longo da negociação.

Na conversa com o seu cliente:

  1. Presta atenção no cliente e nas suas necessidades;
  2. Não crie situações artificiais para cativar o cliente, mas sim, seja o mais natural possível;
  3. Crie na relação vendedor cliente uma confiança e a certeza que estás ali para fazer o melhor de si;
  4. E lembre-se, um cliente satisfeito vale por dez.

Assim, se torna imprescindível um vendedor de alta performance, deter a capacidade de observar, avaliar e agir. Dessa forma, cria-se um processo com estrutura concisa para se chegar à objetivos eficazes ou seja ao fecho de uma negociação com resultados positivos. Mas não esqueça, a venda não termina no ato da assinatura de um contrato, mas isso deixemos para o próximo post.

 

Por: Cheila Delgado

11
Mai15

O que as melhores equipas de vendas têm em comum?

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O artigo inicia com a seguinte questão: Qual é a diferença entre a alta, a média e a baixa performance numa empresa de vendas? A resposta foi representada em cinco gráficos.

A conclusão do questionamento teve como base um inquérito com 786 profissionais de vendas, entre os quais líderes de alto nível: supervisores, gestores de vendas e vendedores. Os inquiridos foram convidados a partilhar as suas opiniões a cerca da sua organização de venda. As respostas da pesquisa foram agrupadas em categorias de alto, médio e baixo padrão, de acordo com as classificações de receita.

JAN15_19_78076172.jpg

Os vendedores e líderes de vendas de empresas de alta performance foram classificados como excelentes, em comparação com os entrevistados médios e de baixo performance.

As empresas de vendas de alta performance responderam que tinham processos de vendas, que foram acompanhados de perto.

Os inquiridos foram questionados se concordavam ou não com a afirmação de que os seus vendedores são constantemente comparados com as suas prestações e responsabilizados pelos seus resultados? Da equipa de vendas de alta performance 29% dos entrevistados concordaram com a afirmação, enquanto que, a equipa de vendas de baixa performance apenas 13% concordaram.

Nessa linha, as melhores empresas de vendas têm os melhores líderes, que exercitam o controlo, supervisionam o nível da equipa, e estabelecem processos internos executados por todos os membros da equipa. Contratam talentos de tão alta qualidade que desafiam os membros da equipa sénior de vendas a realizar continuamente o mais alto nível de desempenho. Além disso, os vendedores menos bem-sucedidos, são rapidamente despedidos.

Enquanto a meta da empresa pode ser a divulgação ou o alcance de bons resultados, as maiores empresas de vendas querem provar ao mundo que são as melhores.

 

https://hbr.org/2015/01/what-top-sales-teams-have-in-common-in-5-charts

Baseado no artigo de Steve Martin, 20 Jan 15

Por: Rosa Cortez

06
Mai15

Você já se perguntou porque acorda todos os dias para ir trabalhar?

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No mês de Maio, é celebrado em todo mundo o dia dos trabalhadores. Dia simbólico e com carácter de homenagem aos que a muitos anos morreram de forma bárbara no local de trabalho. Ano após ano, aqueles inseridos no contexto laboral folgam no dia 1 de Maio, como forma de valorização do esforço despendido para a construção de um mundo melhor.

 

Nesse dia que todos aproveitam para descansar a sombra da frase: “hoje é meu dia, dia do trabalhador”, é sensato que se avalie o quão satisfeitos estão como aquilo que desempenham, e até que ponto o que exercem coaduna com as suas perspetivas profissionais e as do seu empregador.

Independentemente da área de atuação profissional, cada individuo que acorda todos os dias para ir ao trabalho, tem em si uma motivação, algo que direciona-os e que os faz exercer as suas funções com excelência e profissionalismo.

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As empresas do seculo XXI tornaram-se conscientes de que, a maioria dos seus colaboradores buscam no trabalho algo que vai além do salário no final do mês. Apreciam também, qualidades empresariais que tem nas suas estratégias de relacionamento e comunicação interna, aspetos que motivam os colaboradores e que os façam acordar todos os dias cientes de que cada minuto despendido no trabalho será uma concretização pessoal, profissional e quiçá não social.

Em suma, aproveite os bónus da vida laboral, mas permita-se questionar o porque vais amanhã trabalhar e se for apenas pelo salário mensal, pergunte-se ainda: Isso me realiza como profissional e como pessoa?

 

Por: Cheila Delgado

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