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Páginas Amarelas de Cabo Verde

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27
Nov15

O segredo para o marketing em smartphones continua sendo o Email

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Imaginemos um mundo conectado em simultâneo quase que pelos 5 sentidos. Um mundo em que, a velocidade da luz, conseguimos partilhar e buscar tudo aquilo que queremos e precisamos. Não é algo difícil de imaginar, não é? Afinal hoje tudo isso é possível graças aos smartphones e é cada vez mais difícil, vê-los como meros dispositivos inteligentes de comunicação. Gerimos a nossa vida a partir deles, dedicando assim boa parte da nossa atenção no dia-a-dia a esses gadgets.

 

Especialistas em marketing descobrem a cada dia novos canais de divulgação através dos smartphones. Aplicativos, design web para mobiles, campanhas SMS, anúncios, e muitos outros fazem parte do leque de ferramentas para divulgação da sua empresa através do mundo mobile. Infelizmente, todos esses acarretem custos enormes, para a empresa aliada as vezes uma fraca penetração do mercado. Existe porem, uma exceção inesperada: O E-mail; sim esta ferramenta tão antiga quanto a própria internet, vem se mostrando uma bastante e resistente na era do smartphone. É de certa forma estranho ver a hegemonia deste diante da proliferação das redes sociais e plataformas de mensagens que vem acontecendo nos últimos anos. O email destaca-se como a terceira actividade mais popular no uso dos dispositivos mobiles, perdendo apenas, para a navegação web e envio de mensagens sms. Metade dos emails lidos e enviados passa por esta plataforma.

 

Nico Mele, autor do artigo da Harvard Business Review e que presta serviços de acessória em marketing para empresa, encoraja sempre o uso de novas formas para se conectar com o cliente, mas defende que qualquer estratégia de marketing em plataformas mobile deverá usar o Email como “cavalo de força” para ser bem sucedido.

 

Segundo ele as empresas vêm abordando de forma errada o conceito de ter um aplicativo mobile, da mesma forma que apresenta ressalvas para a estratégia do mobile-first design. Embora sejam uteis, essas duas ferramentas apresentam custos elevados principalmente na sua fase inicial e na sua consequente manutenção/actualização. No caso dos aplicativos, ele defende que se deveria gastar mais na pesquisa de quem irá fazer o seu download e de quem efectivamente fará uso dele. Existem em cada uma das principais lojas (IOS e Android) cerca de 1,5 milhões de apps e em media 77% deles são desinstalados depois de 3 dias de uso. Em relação ao conceito mobile-first web design é indiscutível a sua necessidade nos dias de hoje para o sucesso de qualquer operação de marketing online. Mas para além dos custos inerentes que já vimos temos o desafio de adapta-lo a crescente diversidade de tamanhos de ecrãs disponíveis hoje. A sua utilização cria também dificuldades no usuário em qualquer interacção online mais sofisticada e precisa. Essas ferramentas têm a sua importância quando bem utilizadas.

 

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O Email é a ferramenta online que vem dominando por mais de 20 anos. O segredo reside no desafio de atrair e reter a atenção das pessoas assim como o formato de leitura dos emails que permite a sua boa adaptação tanto para ecrãs “Portrait” como para “landscape”. São muitos os dispositivos, meios de comunicação, canais e oportunidades fazendo com que toda a atenção fique fragmentada e difícil de medir. O email facilita a segmentação e uma medição precisa dos feedbacks visto que por definição, é uma forma única de identificação. Isso permite criar modelos de comportamento dos públicos e assim maximizar a cota de leitores/clientes.

 

Empresas que implementam um programa de Email Marketing conseguem ver o seu impacto positivo. A atenção retida com os emails traduz-se directamente em mais visitas nos sites das empresas e consequentemente em mais divulgação e maiores vendas. Não é algo novo, não é sexy mas é barato, simples e uma forma eficaz de arquitectar uma estratégia de marketing em plataformas móveis de sucesso.

 

Por Alvaro Duarte – Departamento de Marketing das Páginas Amarelas de Cabo Verde

Fonte:https://hbr.org/2015/11/the-secret-to-smartphone-marketing-is-still-email

24
Nov15

Como superar as metas de vendas

Páginas Amarelas de Cabo Verde

Uma empresa tem sempre algo a vender e o objetivo é atingir as metas de vendas estipuladas ou mais ainda tentar superá-las.

Jackie Quint, Diretor Global de Capacitação de Vendas da Empresa, Extreme Networks diz que um dos principais objetivos de todos os CEOs é aumentar a Produtividade das Vendas, ou seja, aumentar as receitas e reduzir os custos de vendas.

Um relatório recente da Forbes Insights diz que de facto 71% dos Executivos de Nível C (altos Executivos), dizem que a Produtividade das vendas é fundamental para o crescimento das empresas. No entanto, esses altos executivos têm uma visão global dos objetivos da Empresa e é nesse sentido que eles veem a função venda, através de uma outra perspetiva, além de receitas, ela ajuda a atingir ou a exceder as metas e objetivos corporativos, sem se preocuparem com as ferramentas utilizadas para a mesma.

Atenção Vendedores!

A autora alerta que, embora os CEOs não queiram ouvir falar das ferramentas, quem estiver nas vendas é bom saber tudo acerca delas.

A venda torna-se cada vez mais complexa visto que as pessoas que compram tornaram--se mais informadas, assim, a produtividade das vendas tornou-se um desafio para todas as empresas.

O relatório da Forbes Insights, compara as empresas que superam as vendas (os Winners ou Vencedores) como são designados, com as empresas que apenas atingem as metas estipulas e ainda com os que nem chegam a atingi-las.

O relatório diz que a chave para o sucesso dessas empresas, as tais Winners, para ultrapassarem as suas metas de vendas, passa por assegurarem 4 itens:

 

1-Capacitaçao das vendas (formação contínua dos vendedores)

Quando a gerência presta atenção na capacitação da sua equipa de vendas, isso reflete na sua produtividade.

A prova está no desempenho do resto das empresas do inquérito, aqueles não estão liderando o caminho em vendas, 70% dessas empresas não têm o tema de capacitação em vendas definido. Por outro lado, 59% das empresas com melhor desempenho têm esse tema bem coberto. Assim como 72% de todas as empresas que relatam receitas 25% acima do plano.

Esta é a base que sustenta os pontos seguintes!

 

2-Vender Valor

Como sabemos o mundo de quem compra mudou é mais fácil para as pessoas a pesquisa on-line, nesse sentido o vendedor tem de saber vender o valor acrescentado do seu produto e estar capacitado para responder aos clientes.

81% dos Winners dizem que a habilidade de vender valor do seu produto, mais do que o preço, é uma característica dos melhores vendedores.

70% das empresas com melhor desempenho relatam a sua capacidade de passar uma mensagem consistente quanto ao valor do seu produto.

 

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3-Conteúdo é um ingrediente secreto

As Empresas devem assegurar que todos os seus vendedores saibam o conteúdo dos seus produtos e consigam mostrar aos seus clientes além do óbvio.

O conteúdo facilita a abordagem para venda, a conversa mantida com o cliente. Devemos assegurar que os vendedores tenham acesso fácil ao conteúdo do produto que queremos vender.

O marketing de conteúdo é um poderoso aliado nas vendas. Com a revolução atual na comunicação e na perceção das pessoas, vender de imediato, sem ter um encanto inicial, compartilhar algo que chame a atenção do futuro cliente, não funciona!

 

4-Alinhar a Venda e o Marketing

Os Winners entendem a importância de alinhar a equipa de venda a equipa de marketing, pois são este quem cria o conteúdo para a venda.

Acrescenta que, muitas empresas não têm sucesso porque as vendas não tiram partido do que o marketing produz. As vendas devem estar sempre em conexão com os outros departamentos e principalmente com o de marketing.

Há quem diga que hoje em dia, mais do que saber vender devemos saber ensinar os clientes a comprar. Poderá estar aqui a chave para melhorarmos as nossas vendas.

 

Vamos criar a necessidade ao cliente,

Criar empatia,

Vender,

Fidelizar!

Vamos nos transformar em Winners!

 

Por Antonieta Monteiro – Recursos Humanos- Paginas Amarelas de Cabo Verde

Fonte: http://www.forbes.com/sites/forbesinsights/2015/11/05/how-to-exceed-sales-targets/

18
Nov15

A Transformação Digital

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Segundo Charles-Edouard Boueé quando tentamos definir o que é uma "organização digital", a primeira imagem que nos vem à mente são dispositivos tecnológicos: funcionários com laptops em punho, permanentemente conectados a um fluxo de informações compartilhadas em tempo real, sobre plataformas virtuais, comunicando constantemente com clientes ou fornecedores.

 

Nesse contexto as pessoas trabalham a partir de qualquer lugar, com outras pessoas que nunca ou quase nunca encontraram pessoalmente. A digitalização ou o mundo digital é mais do que uma mudança de ferramentas.  Práticas cotidianas, estruturas de trabalho, relações de subordinação, compartilhamento de informações, interação com o cliente, e até mesmo da concorrência também são assim transformadas. Isso significa abraçar uma nova cultura e mentalidade, onde a hierarquia desaparece e a inovação acontece através de redes.

 

 

Ao nível da empresa, é bastante claro que a maturidade digital é sinônimo de crescimento econômico mais forte e um maior nível de bem-estar para os funcionários Descobrimos que as empresas mais maduras digitalmente cresceram a nível de receita em seis vezes a taxa de suas contrapartes menos maduras. Além deste impacto financeiro, os empregados nas empresas digitalmente avançadas também relataram um índice 50% maior de bem-estar no trabalho. Organizações maduras em termos digitais são caracterizadas por uma cultura menos hierárquica, onde os trabalhadores beneficiam de uma autonomia real e a possibilidade de expressar a sua criatividade.

 

No entanto, devemos ter cuidado e não superestimar a “bênção” de transformação digital. Por exemplo, estamos apenas começando a entender os efeitos da digitalização sobre o desemprego.  Não surpreendentemente, empregos pouco qualificados são os mais ameaçados, mas até mesmo empregos intermédios também podem ser afetados. Estes incluem funções administrativas ou de gestão do meio, que tenham prestado historicamente empregos para a classe média.

 

O desafio da gestão é descobrir como capturar os benefícios da digitalização, minimizando os custos - e ter certeza que esses custos são compartilhados e não suportados desproporcionalmente por um grupo.

 

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Isso coloca a responsabilidade adicional sobre os gestores, em termos de antecipar mudanças nas habilidades, adaptando as políticas de treinamento e capacitar o pessoal - em outras palavras, garantir que a digitalização torna, dentro das empresas, com uma vertente de vencedores muito mais que perdedores. 

 

Em primeiro lugar os gestores precisam avaliar o propósito de sua organização e a sua visão. Para isso, a resposta a essas questões é fundamental: Quais são os objetivos da organização? Por que é preciso a transformação digital para alcançá-los? Este, por sua vez dá origem a perguntas mais difíceis: Quais empregos serão cruciais para a empresa nos próximos anos? Quais empregos serão menos crucial? Quantos empregados são potencialmente afetados? Como devemos adaptar as nossas políticas de formação e de recrutamento?

 

A transformação digital é reconhecer que os dispositivos técnicos não são questões principais. Em vez de projetar ferramentas e implementá-las em uma abordagem de cima para baixo, os gestores devem confiar na maturidade digital da sua equipe, que é muitas vezes maior do que eles podem imaginar.

 

O desenvolvimento de uma organização vai depender de como irão promover as práticas digitais. Isso significa mudar passo a passo, a partir das características tradicionais, modular as novas práticas, com uma aliança de equipas autónomas e multidisciplinares.  Gerentes e funcionários terão de navegar na frente digital juntos. Isso requer um novo conjunto de habilidades de liderança. Em última análise, o sucesso na era digital não reside na eficiência da tecnologia, mas na destreza e capacidade de adaptação das pessoas que exercem dele.

 

Por: Cheila Delgado

Fonte: https://hbr.org/2015/09/digital-transformation-doesnt-have-to-leave-employees-behind

13
Nov15

Melhor forma de dar e receber um Feedback Negativo

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Joseph Grenny é co-fundador da VitalSmarts, uma empresa de treinamento corporativo e desenvolvimento de liderança. É palestrante e escritor da New York Times.

 

O artigo conta-nos a história de Rich, gerente de uma fábrica com uma força de trabalho de 10.000 pessoas produzindo um bilhão de dólares de produto por ano.

 

Ele era um profissional altamente respeitado em sua indústria. Joseph Grenny encontrou-se com ele para prestar serviço de consultoria na área de desenvolvimento organizacional. Alguém de RH pediu ao Rich para participar no programa chamado "Feedback 360." Ele nunca tinha ouvido falar de tal coisa, mas achou que valeria a pena. Afinal, como ele me mesmo dizia, "feedback é o café da manhã dos campeões!".

 

Ele separou cerca de 24 relatórios do diretores, colegas e outras pessoas para preencherem os inquéritos estruturados, e participarem no programa. Duas semanas depois, ele recebeu seu feedback - todo encadernado em acima da mesa, de aparência oficial com gráficos de pizza, gráficos de linha e textos com citações dos colegas. Os resultados deixaram-no esmagado. Por isso, dias depois, ele chegava cedo ao trabalho, trancava a porta do escritório, e não surgia até que outros tinham ido para casa.

 

A maioria das pessoas temem tanto dar como receber feedback, isso pela experiencia que passamos muitas vezes. Onde ouvimos algo sobre nós que provoca-nos emoções dolorosas.

 

O feedback não tem que doer. Na verdade, sob as condições certas, não há nada melhor do que conhecer a "verdade", saber o que os outros pensam de nós. Queremos saber o que os outros acham do nosso desempenho.

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A ironia aqui é que o Joseph já tinha perguntado ao Rich, o que ele esperava do relatório do programa. E ele respondeu com uma certa naturalidade e sorriso na cara, “ eles irão questionar-me por ser um maníaco por controlo. Agora, tendo ouvido a mesma mensagem que ele esperava, ele estava se sentindo arrasado, por que será?

 

A penúria não está na própria mensagem, mas sim em quão seguras as pessoas se sentem para ouvir a mensagem. Se as pessoas se sentem psicologicamente seguras, elas aceitam a verdade. No entanto, se elas sentem-se inseguras, mesmo o menor indício de desaprovação pode ser esmagadora.

 

Segundo o Joseph, existem alguns princípios a seguir, que nos ajudarão a dar e receber um feedback negativo:

 

  1. Não fazer os outros se sentirem seguros. Minhas emoções são minhas responsabilidades. Ninguém pode derramar calmante no cérebro de outra pessoa para acabar com os medos que desencadeiam numa perspetiva defensiva. A responsabilidade final por me fazer sentir segura recai sobre mim.

 

  1. Você pode tornar os seus pensamentos mais fáceis para os outros para se sentirem seguros ao oferecerem um feedback.

 

  • Construa um pensamento correto antes de abrir a boca. Há uma diferença entre o feedback e blowback. O feedback é informação destina-se a ajudar os outros a aprender. Blowback é a informação usada para feridas.

 

  • Peça permissão. Nunca dar feedback até que seja convidado. "Posso dar-lhe um feedback sobre sua apresentação?"

 

  • Compartilhe a intenção antes do conteúdo. Antes de compartilhar feedback, assegure que os outros entenderam as suas intenções positivas em compartilhá-lo. Ex.( para que tenhamos um melhor desempenho e atingir os objetivos traçados, gostaria de falar contigo…)

 

  1. Você pode fazer-se seguro antes de receber feedback.
    1. Prepare-se antes de abrir os seus ouvidos. Nunca convidar o feedback até que você esteja pronto para isso. "Pronto" significa que você quer ouvir a verdade, e não simplesmente de validação. Se depois de receber um feedback que você sente defensivo, pode ser que você queria a aprovação, não informação.

 

O feedback muitas vezes é compreendido como a opinião desenfreada e não pensada de informações, mas o autor nos mostra que ele vai além do bombardeamento de o que alguém acha. Saber receber o feedback e a postura que o encaras depende do preparo psicológico de cada um.

A dor não é um subproduto essencial do feedback - é o resultado de uma falta de segurança em recebe-lo.

 

 

Por: Dilva Silva – Departamento Administrativo e Financeiro das Páginas Amarelas de Cabo Verde

 

 

Fonte:  https://hbr.org/2015/08/the-key-to-giving-and-receiving-negative-feedback

 

10
Nov15

Porque os Milionários não utilizam lista de afazeres?

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O pesquisador Kevin Kruse que é autor do best-seller Employee Engagement 2.0 da New York Times, e fundador do grupo Kruse, debruça sobre esse artigo para avaliar algumas controvérsias na utilização da lista de afazeres.

 

Nesta reflexão, kruse mostra as vantagens de utilizar o calendário (agenda) ao invés de uma lista de afazeres. Na pesquisa sobre gerenciamento do tempo e as melhores práticas para a produtividade, ele entrevistou mais de 200 bilionários, atletas olímpicos, estudantes e empresários. Ele pediu aos seus objetos de pesquisa que lhe dessem o seu melhor conselho sobre gerenciamento de tempo e produtividade. Nenhum deles jamais mencionou na lista de afazeres como uma ferramenta de apoio nesses quesitos.

 

Kruse enumera três grandes problemas da lista de afazeres: 

 

Em primeiro lugar, uma lista de coisas à fazer não leva em conta o tempo, ou seja, a tendência é executar as tarefas que podem ser concluídas rapidamente e deixar os que despendem mais tempo para depois; 

 

Em segundo lugar, uma lista de afazeres não faz a distinção entre o urgente e o importante. É claro que, o nosso impulso é sempre combater o urgente e ignorar o importante.  

Em terceiro lugar, ter uma lista de afazeres contribui para o estresse. Esse efeito é conhecido pela psicologia como o efeito Zeigarnik, em que tarefas inacabadas contribuem para pensamentos intrusivos, descontrolados. Isso leva-nos a sentir sobrecarregados no final do dia; 

Ao avaliar as informações de pessoas ultra-produtivas, foi constado que estes não funcionam a partir de uma lista de coisas a fazer, mas sim, vivem e trabalham a partir do seu calendário. 

 

Dave Kerpen, por exemplo, que é o co-fundador de duas startups de sucesso e autor de um best-seller do New York Time, revelou os seus segredos para concretizar os seus afazeres com êxito. «Se uma tarefa não está no meu calendário, não será feito. Mas se está, será feito. Eu agendo a cada 15 minutos de todos os dias para realizar reuniões, materiais de revisão, escrevo e faço atividades que precisam ser feitas. Participo de reuniões e para estas reservo apenas uma hora por semana, dentro do " horário de expediente” para os que queiram se encontrar comigo» - diz Kerpen.

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Conceito-chave para o gerenciamento de sua vida utilizando o seu calendário, em vez de uma lista de afazeres: 

1.     Verifique a duração do evento padrão no seu calendário para que este dure apenas 15 minutos. Pessoas Ultra- produtivas só gastam tanto tempo quanto for necessário para cada tarefa. A tendência é que quanto mais organizados em termos de tempo, menos tempo levas na execução das suas tarefas diárias. 

 

2.     Livre-se das coisas mais importantes no seu calendário. Não deixe-o encher aleatoriamente por aceitar todos os pedidos que lhe forem solicitados. Você deve primeiro ter clareza sobre sua vida pessoal e sua carreira e principalmente sobre as suas prioridades e assim, pré agendar horários para esses itens. Isso pode incluir, por exemplo, duas horas todas as manhãs para trabalhar no plano estratégico que o seu chefe lhe pediu. Entretanto, o seu calendário também deve incluir blocos de tempo para coisas como exercício, compromissos a noite ou outros itens que se alinham aos seus valores de vida. 

 

3.     Agende tudo. Em vez de verificar e-mail a cada 2 minutos, programe três momentos do dia para o fazer. Em vez de escrever "Chamar de volta a minha irmã " em sua lista de coisas a fazer, coloca-o em seu calendário ou melhor estabeleça uma hora todas as tardes para " telefonemas de retorno.” Terás com certeza um dia mais organizado.

 

Com esses conceitos apresentados acima, fica nítido que a lista de afazeres pode ser uma ótima companheira para que dia-a-dia seja mais produtivo e que no final haja um sentimento de dever cumprido. Por isso, esquece aquela lista de afazeres que muitas vezes fica pendurada no frigorífico e comece a utilizar o seu calendário. Confira depois os resultados.

 

Por: Jandira Fonseca - Departamento Financeiro das Páginas Amarelas de Cabo

Verde

Fonte:http://www.huffingtonpost.com/kevin-kruse/millionaires-dont-use-to-do-lists_b_7966024.html

03
Nov15

E o corpo fala?

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Vivemos numa época em que comunicar faz-se de inúmeras maneiras, no entanto, muitos são os que não dão a devida atenção a forma como conjugam o falar e as expressões corporais. Há estudiosos que classificam essa forma de comunicar como sendo a linguagem silenciosa. Aquela que não se ouve, mas é evidenciadas pelos movimentos do corpo no ato da comunicação.

 

A linguagem corporal é baseada em símbolos que cérebro emite através do nosso corpo, quando pretende dar sentido a aquilo que falamos. Essa linguagem transmite várias informações aos seus interlocutores, afinal, cada movimento dos olhos, das mãos e a própria postura são atos comunicacionais.

 

Não ter a perceção da nossa linguem corporal, pode levar a uma compreensão deturpada sobre nós. Por isso, é importante que a sua linguagem verbal esteja em total sintonia com a sua linguagem corporal.

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Algumas formas de linguagem corporal e os seus significados:

 

  1. O cumprimento com um forte aperto de mão significa que não há restrição. A mão frouxa significa que a pessoa tem medo de ser envolvida;
  2. Sentar-se com a pasta/bolsa no colo é uma posição de pouca a vontade;
  3. Os braços cruzados no peito é sinal de que não quer mudar de opinião e não concorda com o que estão a lhe falar;
  4. A mão em frente da boca significa que a pessoa deseja comunicar-se;
  5. Mãos fechadas é sinal de insegurança;
  6. Aumento da respiração é sinal de tensão e emoções forte…etc

São infinitas as formas como deixamos que o nosso corpo fale sem que necessariamente a linguagem verbal esteja em ação, por isso tenha muita atenção nesses detalhes. Afinal muitas vezes nos encontramos em situações (uma entrevista de emprego por exemplo) em que os entrevistadores são treinados para compreenderem a nossa linguagem corporal. Ela fala mais de nós, do que a própria linguagem verbal.

 

 

Por Cheila Delgado

 

Fonte: Pierre Well e Roland Tompakow- Livro – O corpo fala – A Linguagem Silenciosa da Comunicação não Verbal

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