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Páginas Amarelas de Cabo Verde

Tudo que procura, encontra nas Páginas Amarelas.

26
Jan16

Geração Y, a que gosta de publicidade

Páginas Amarelas de Cabo Verde

As pessoas designadas de geração Y (nascidas entre 1980 à 2000), tem um comportamento baseado muito no imediatismo. A maior parte dessas pessoas já constituem a população consumidora e economicamente ativa.

O estudo chamado de Millenial as Band Advocates, da Social Chorus faz uma análise interessante de como essa mostra da população mundial lida com as marcas e com o marketing da empresas. A conclusão do estudo é que a Geração Y não acredita em publicidade.

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A geração Y é amante das redes socias onde aparecem com uma expressividade maioritária. Essa inclinação para o que é imediato e à distância de um click, faz com que o departamento de marketing de qualquer empresa que queira atingir esse público entenda alguns aspetos que são específicos dessa geração.

Normalmente acreditam mais nas experiencias que seus amigos tem com determinadas marcas, em detrimento das mensagens publicitárias. A imagem positiva ou negativa desse público com determinadas marcas depende das experiencias relativamente a elas. Para uma empresa estar nas atenções desse público, deverá estar primeiro no assunto das conversas que estes têm com os seus amigos. Hoje os assuntos saem na maioria das vezes das redes sociais.

Mas então, como atingir esse público que não acredita em publicidade?

 

  1. Esteja presente onde está a Geração Y

Se essa geração está em maioria nas redes sociais, são nessas plataformas digitais que empresa que tem como público-alvo a geração Y deve estar e levar conteúdo que interessa esse público.

  1. Seja breve e objetivo nas suas mensagens

A geração Y não tem tempo nem paciência para ler mensagens elaboradas e longas sobre os seus produtos por isso, seja assertivo. Querem tudo para ontem.

 

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 3Utilize ferramentas eficazes

Por serem uma geração que aprecia mensagens rápidas, invista nas mais variadas plataformas digitais como Facebook, Twitter, Youtube e etc. Irás encontrar várias formas de passar a sua mensagem e obter os resultados que desejas. Invista em vídeos não muito longos, posts com imagens atrativas e com conteúdos selecionados e bem direcionados.

 

4 - Deixa-os sempre espaço para opinarem

Essa geração tem aversão a coisas que lhe retire a liberdade de expressão e principalmente de navegação. Por isso, deixa sempre espaço para comentários e invistas em programas rápidos.

 

Ainda que a geração Y não goste de publicidade, há sempre uma maneira de chegar até eles. Use a sutileza e a objetividade, assim terás sempre feedback. Provavelmente não vão ficar à frente da televisão para assistir os comerciais, mas podes passar a sua mensagem através de inúmeras ferramentas que maximizam o tempo e minimizam o custo.

 

Por Cheila Delgado

 

22
Jan16

Comunicação Integrada

Páginas Amarelas de Cabo Verde

Segundo Philip Kotler, o conceito de Comunicação Integrada abrange a análise das funções estratégicas de cada uma das áreas de comunicação. Através da integração das funções de cada área da comunicação é possível obter uma comunicação uniforme e concisa.

 

Uma organização que uniformiza a sua linguagem e a sua maneira de comunicar fica menos propicia a ter ruídos de comunicação. A forma que cada empresa irá orientar e definir os seus canais de comunicação, dependerá essencialmente da sua cultura, identidade e objetivos.

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Uma outra visão do tema é dada pela pesquisadora e professora Margarida Kunsch que entende a comunicação como algo sinérgico e que une a comunicação institucional e mercadológica somada a interna, onde juntas formam o tripé da Comunicação Organizacional. Essa, baseada em todos esses requisitos desencadeia uma comunicação eficiente e clara.

 

Para falar da comunicação integrada há que se basear em todas as suas ferramentas, como o Jornalismo, as Relações Públicas, Marketing, Publicidade e Propaganda e demais. Todas devem estar em sintonia e sincronia em qualquer organização, pois caso contrário, não haverá suporte comunicacional na mesma.

 

O direcionamento da comunicação deve ser articulada, na qual todos os departamentos dessa área, que para muitos dos estudiosos suportam uma organização precisam estar interlaçados.

 

Por fim não podemos esquecer que toda a imagem, reputação interna e externa de uma organização é baseada no trabalho das ferramentas de comunicação, na qual cada um no seu campo de atuação constrói conceitos importantes da empresa perante o seu público-alvo.

 

Por Cheila Delgado

15
Jan16

Regras de profissionalismo que você precisa saber

Páginas Amarelas de Cabo Verde

Vencer no mercado profissional exigente que se faz sentir nos dias de hoje, requer de qualquer profissional características fundamentais para o sucesso da sua carreira.

Para que não que caia nos vícios de comportamento que nada acrescenta a um profissional sério e comprometido, fique atendo a algumas regras que se seguem:

  • Fique atento as regras da empresa

É inadmissível que como colaborador de uma instituição, não saibas a cultura que a norteia. Tente estar atualizado sobre os princípios que regem a empresa que trabalhas e assim agir de acordo com os mesmos;

  • Seja agradável e principalmente educado com os teus colegas

Como já diz os mais velhos, a educação é a chave que abre as mais lacradas portas, por isso ela nunca é demais, pense nisso. Lembre-se ainda que não gostes de alguém do seu trabalho, seja sempre educado. Ser agradável é uma forma também de deixar o seu trabalho mais prazeroso e produtivo;

 

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  • Leve o seu trabalho a sério

Assume com responsabilidade todas as suas tarefas e tenha a decência de explicar e mostrar os porquês quando as coisas não correm como planeadas;

 

  • Entenda que nem todo feedback é pessoal

Ao receber um feedback da parte do seu chefe não quer dizer a sua pessoa não lhe agrada, isso diz respeito apenas ao desempenho do seu trabalho. Desta forma, não há motivo para ficares desagradado caso sejas chamado atenção;

 

  • Ofereça ajuda e faça mais do que o mínimo do que foi solicitado

A pro atividade é sempre bem-vinda no ambiente de trabalho. Por isso, ofereça ajuda sempre que achar que sua contribuição será uma mais-valia para que a trabalho seja elaborado. Essa atitude só irá melhorar a confiança que o seu chefe tem em si;

 

  • Não trate seu chefe como adversário

Ainda que tenhas um chefe que não te agrada, não o encare como um inimigo. Se tiveres em mente os preceitos de um bom profissional, com certeza ele irá ver o valor do seu trabalho. Mas lembre-se que o contrario também é notável e terá reações que não irão agradar-te.

O importante é entender que ser profissional é trabalhar de forma correta e levando em conta as regras da empresa que representas. Com certeza se tiveres isso em atenção o seu trabalho será sempre um prazer e não uma obrigação.

 

Por Cheila Delgado

 

 

Fonte:http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2013/07/25/1038850/10-regras-profissionalismo-voce-precisa-saber.html

12
Jan16

O que fazer quando você não confia na sua equipa

Páginas Amarelas de Cabo Verde

Wanda Wallace e David Creelman começa o artigo com uma pergunta desconfortável: você confia nas pessoas da sua equipa?

O papel de um bom líder é trabalhar para criar um ambiente propício e ganhar confiança das pessoas da equipa. Mas e se não confiar nas pessoas que lidera? Nessa situação o líder terá de ser capaz de ter uma conversa aberta, honesta e direta ou seja dar um feedback construtivo para que essa pessoa mude seu comportamento.

A autora disse que no trabalho de coaching executivo que fizeram, descobriram que alguns padrões que dizem respeito a esses problemas e quase sempre tem mais a ver com a própria percepção do líder do que com o comportamento real da equipa.

Mas então o que fazer para resolver estas questões de desconfiança na sua equipa?

Sinais incompatíveis

Uma razão pela qual pode sentir desconfortável com os seus elementos da equipa é por causa de sinais incompatíveis. Esse sentimento é impulsionado por vários fatores e saber como lidar com eles é a chave para que a sua liderança seja bem sucedida. Um exemplo é por exemplo: quando uma pessoa faz uma revelação pessoal quente que muitas vezes aumenta a sensação de confiança pelo menos para algumas pessoas, o que muitas vezes pode não ir nessa optica.

Uma lista dos mais comuns

  • Divulgação pessoal -A partilha de sentimentos quentes e experiências pessoais;
    •Vulnerabilidade - A vontade de compartilhar erros, dúvidas, medos;
    • Lealdade - Demonstrando o compromisso com a organização e as pessoas individuais. 
    •Inclusivo - Incluindo outros para entrada ou tomada de decisões;
    •Apreciativa - Disposto a reconhecer e elogiar as contribuições de outros;
    •Aberto - Explorar facilmente novas ideias e novas abordagens;
    •Afinidade – Ter aspetos em comum com outra pessoa, compartilhando experiências e interesses semelhantes.

Outra maneira de obter sinais incompatíveis é ser mais transparente com a sua equipe. Um novo líder explicou a sua equipe que ele não compartilha informações pessoais, para que eles devem saber que se perguntaram-lhe questões pessoais, ele provavelmente apenas evitar responder a eles. Sua divulgação ajudou a equipe. Enquanto eles ainda preferem usar informações pessoais para construir a confiança, pelo menos eles não estavam a interpretar a sua falta de divulgação como um sinal de que ele não gostava deles.

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Estilos de trabalho incompatíveis

Quando o líder e a sua equipe tem uma compatibilidade muito grande as probabilidades de sucesso no trabalho a construir é grande. É de certa forma mais confortável para os membros da equipe quando se identificam com a maneira que o seu líder da seguimento ao trabalho.

Estilos de trabalho semelhantes proporcionam uma maior afinidade e sintonia entre líderes e equipas.

No entanto, quando o estilo é incompatível, a ação da pessoa em termos de boa intenção não vai ajudar muito. Mais uma vez, a transparência ajuda. Explique suas preferências, ajuda a pessoa a entender o que quer e o porquê. Se eles sabem o que queres a probabilidade de acertos e de um trabalho bem feito é quase uma certeza. Um detalhe importante é que a equipa tenha confiança no líder.

Tarefas Críticas

Outra razão que não pode confiar completamente em um dos membros de sua equipe é porque você é um especialista no que fazes e a sempre a dúvida se outra pessoa irá desempenhar a tarefa corretamente. Muitas vezes não é porque o líder não confia no trabalho que outra pessoa da sua equipa faz, pode ser um excesso de zelo natural tendo em conta que caso houver alguma falha as responsabilidades recairão em cima dele. O líder sabe que pode fazer o trabalho mais rápido e com mais precisão. Pode confiar na equipe em alguns aspetos, não apenas a sua capacidade de fazer o trabalho de forma adequada.

Há uma dica adicional para aprender na sua equipa está no bom caminho. Uma comunicação é um instrumento poderoso para que o trabalho seja eficaz, ou seja ande no caminho certo. Assim, a  falta de comunicação é um aviso de que a confiança não está a ser bem fundamentada.

A maioria das pessoas pensam que a confiança é uma decisão avaliada preto no branco. Confia ou não confia. Em relação aos negócios, a confiança raramente é tão clara. Posso confiar em seu conhecimento sobre um determinado tema, mas não o seu juízo sobre a contratação ou na comunicação de uma mensagem aos meus stakeholders (público estratégicos). Em vez de preto no branco, uma abordagem melhor é pensar na confiança mais como um instrumento de medição. Confiança sobe e desce dependendo das circunstâncias, da tarefa em mãos, a passagem política, o seu senso de segurança sobre a questão, bem como a natureza da relação. Desta forma, pensar em como aumentar a confiança não necessariamente para chegar a 100% de confiança. Não é que reações não importam, mas os líderes precisam ser muito mais analíticos na forma como eles aprendem a confiar em sua equipa. Infelizmente, não pode se livrar de todas as pessoas que você não confia totalmente, precisa sim, identificar melhor e corrigir as coisas que se interpõem no caminho da confiança.

Por Elizandra Brandão

Fonte:https://hbr.org/2015/09/what-to-do-when-you-dont-trust-your-team

08
Jan16

O que os elefantes podem ensinar os candidatos a presidente dos Estados Unidos da América sobre a liderança?

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A autora Arlene Weintraub, que é norte americana, investigadora na área da saúde de empresas que desenvolvem produtos, nomeadamente drogas para a saúde

Neste artigo ela faz uma analogia sobre a liderança humana e a liderança animal.

 

Neste momento, dois candidatos do partido Republicano nos EUA estão em campanha eleitoral para um deles ser escolhido como candidato do partido às próximas eleições presidenciais e houve um debate entre eles no qual assistiu a autora deste artigo. Os candidatos são Ben Carson e Donald Trump.

 

Neste debate, os dois contaram histórias e peripécias das suas vidas desde infância até ao presente momento e como pretendem exercer o cargo de Presidente dos EUA caso um deles for eleito.

A autora viu o debate e concluiu que ambos possuem carisma suficiente para ser Presidente dos EUA. Mas ela interroga:

 

Ter carisma é sinal de um bom líder?Será que ter uma garantia de uma personalidade forte e dominante é suficiente para subir ao tão alto cargo? Não falta algo mais?

 

Contudo, um estudo realizado por uma Universidade norte-americana a propósito dos candidatos a Presidente dos EUA, conclui que esses candidatos poderiam aprender algumas coisas sobre os elefantes e outros membros do reino animal no que diz respeito a liderança. Isso porquê? Porque o estudo chegou a uma conclusão surpreendente: Independentemente de ser Humano ou Animal a experiência é mais importante do que carisma quando se trata de ganhar papéis de liderança.

 

Este estudo que investigou o reino animal diz por exemplo que um elefante por maior que seja em termos de porte físico, se não tem experiência na liderança de grupo, este nunca vai ter a responsabilidade de um líder porque nenhum outro elemento do grupo irá segui-lo. Convém lembrar aqui que esses animais caminham sob a orientação de um líder experiente

 

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O mesmo estudo evidencia também que os leões são animais experientes mas não tem um líder. Caçam em conjunto e compartilham o resultado de caça. Isto nada tem a ver com a liderança mas sim com a experiência.

 

Ainda é importante evidenciar aqui o comportamento das hienas. Estas são egoístas e cada uma procura demonstrar a sua superioridade, no entanto, se unem quando a sobrevivência do grupo está em jogo.  É o carnívoro mais bem-sucedido no reino animal porque atua em grupo.

 

Tudo isso é para comparar com os candidatos a Presidente dos EUA. Preocupam-se em ser um bom líder mas esqueçam que o que vale é a experiência e que nenhuma decisão deve ser tomada isoladamente.

 

Você pode ter uma posição dominante sobre o grupo, ser um bom líder, mas se não tem experiência suficiente de liderança para saber que muitas decisões devem ser tomadas em grupo, todo o esforço resultará num fracasso.

 

Arlene Weintraub citando o autor desse estudo diz:

"As estruturas de liderança que devem ser mais bem-sucedidas são aquelas que são altamente equitativas quando beneficiam seus seguidores. Quando o domínio é a única maneira, você tem uma distribuição muito desigual, distorcida da riqueza." 

 

 

Por António Ramos-Departamento de Arte das Páginas Amarelas de Cabo Verde

Fonte: http://www.forbes.com/sites/arleneweintraub/2015/11/10/study-what-elephants-can-teach-the-presidential-candidates-about-leadership/

 

 

05
Jan16

A Internet pode fazer você se sentir inteligente.

Páginas Amarelas de Cabo Verde

Segundo Fay Shopen o conhecimento adquirido através das inúmeras plataformas digitais não faz ninguém inteligente, afinal, na maioria das vezes tratamo-lo de forma superficial. O acesso ao Google e a descoberta das informações faz-nos dar um sentido inflacionado da nossa própria inteligência. Sentimo-nos inteligentes sem o ser necessariamente, porque tudo o que precisamos é uma conexão com a internet. Porquê? Porque, aparentemente, “googlar” as coisas, faz-nos sentir mais inteligentes.  Quanto mais dependentes nos tornamos dos motores de busca (Google, Yahoo), lembramo-nos cada vez menos.

 

A facilidade de acesso á internet enfraquece o nosso raciocionio lógico, isto é, as pessoas tornaram-se preguiçosas para pensar. A Sociedade britânica de psicologia fez um estudo recente que refere que a utilização da internet nos faz acreditar que sabemos mais que do que nós realmente sabemos.

 

Na fase de experimentação, os pesquisadores da universidade Yale solicitaram aos participantes porque usam a internet para responderem as perguntas aleatórias, incluindo” porque há mais mulheres do que homens?” Um grupo fez o mesmo sem internet. E sabem o resultado? O grupo que tinha usado internet era mais propenso a querer demonstrar o seu próprio conhecimento.

 

Vivemos numa época tão virtual que o conhecimento é ilusão. É como se não soubéssemos de nada...Pensamos que sabemos mas quem te fornece as informações é o Google. No teatro desta vida vivemos um papel secundário pois quem comanda são as maquinas como por exemplo o Google. No entanto, se tivéssemos um jogo sobre cultura geral, o ser humano não respondia a nem metade.

 

Tudo o que se lê no Google tem um tempo limitado, é momentâneo. Não aprofundamos o conhecimento sobre a matéria. Esquece-se. Como por exemplo: hoje em dia, a maioria das pessoas só leem o titulo da noticia e não o corpo (conteúdo) do texto. A informação fica parcelada/dividida em vez de completa.

 

Os pesquisadores de Yale concluíram que havia algo especial sobre o ato de pesquisar na internet. É  gratificante encontrar rapidamente respostas online.  É fácil ignorar o facto de que foi a máquina que encontrou a informação, estamos no controle da máquina e, como tal, sentimos que somos o dono dessa informação. Usamos os smartphones como uma extensão do nosso cérebro. Não me lembro de algo? Pesquiso no Google, simples assim.

 

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Um segundo estudo do Journal of Experimental Psychology, considera que, o acumulado conhecimento da internet pode levar as pessoas a tornarem-se mais mente fechada. Os participantes foram manipulados para se sentir como ignorantes ou especialistas através de perguntas fáceis ou difíceis sobre um determinado tópico, como a política.  Os "especialistas" demonstraram ter a mente menos aberta quando perguntaram questões deste género "estou aberto a considerar outros pontos de vista políticos."

 

 

Eu não sei qual a lição a levar para casa de tudo isto - o conhecimento é uma ilusão, sim, e temos de ter cuidado com este facto.  Mas sempre foi assim – especialistas e generalistas existiam muito antes do Google. E talvez, no que respeita ao segundo estudo, quanto mais pensamos que estamos certos, mais satisfeitos e convencidos nos tornamos, logo mais seguros em nossas próprias opiniões.  Nós somos apenas humanos, afinal.  Ainda que sabemos de algo, googlamos de qualquer maneira, só para ter certeza.

 

Já não temos tanta segurança do que realmente sabemos e somos, porque mais recorremos mais ao Google para ter a certeza.

 

 

Por Antónia Rodrigues – Departamento de Produção das Páginas Amarelas de Cabo Verde

Fonte: http://www.theguardian.com/commentisfree/2015/nov/02/internet-smart-information-google

 

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