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Páginas Amarelas de Cabo Verde

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13
Jul18

A nova era do “Ter” mais do que o “Ser”

Páginas Amarelas de Cabo Verde

Segundo Erich Fromm, até os anos 1960, os valores que as pessoas mais prezavam eram a integridade moral, o conhecimento, as boas e sólidas relações de amizade, a competência para o exercício de uma atividade socialmente útil. Em uma frase, os valores mais relevantes tinham a ver com o conteúdo das pessoas mais do que com a aparência delas.

O indivíduo orgulhava-se em ser professor, médico, empresário, etc. Era o tempo em que o “ser” valia mais que tudo, mais do que a remuneração que se obtinha em decorrência da atividade que se exercia.

 

A partir dos anos 1970, os critérios de valor começaram a se alterar e o pêndulo se voltou essencialmente na direção do que se consegue “ter”, ou seja, o que mais se passou a valorizar foi o montante que se ganha e quais os bens que podem ser adquiridos com esse dinheiro. As marcas de grife ganharam fama e tornaram-se cada vez mais conhecidas.

A maior parte das pessoas passou a desejá-las com vigor: o uso de uma determinada bolsa e de certas marcas de relógio passou a indicar a importância e a posição social de quem os possui. Tornaram-se fonte de respeitabilidade.

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A remuneração que se obtém passou a ser mais importante do que as aptidões necessárias para o exercício de uma dada atividade. Ser rico tornou-se muito mais relevante do que ser culto, produtivo ou mesmo honesto. É claro que foram muitos os que conseguiram unir todas as propriedades e enriqueceram em decorrência do exercício de atividades produtivas que exigem sofisticação intelectual e mesmo integridade moral. Porém, passaram a chamar a atenção e atrair a admiração mais pelo que tinham do que por aquilo que eram.

 

Na última década fomos introduzidos, via internet, às redes sociais, ao universo novo dos contatos virtuais. Se, na fase em que o ter passou a prevalecer sobre o ser, pudemos observar um enorme crescimento do exibicionismo físico (na “era” do ser também havia certo exibicionismo intelectual, porém mais sutil e discreto), agora as pessoas passaram a querer mais que tudo “aparecer”. Elas postam fotos suas nas mais diversas situações, todas elas encantadoras e dignas de provocar a inveja de seus “amigos”, que “curtem” o que veem com toda a hipocrisia própria dos que se empenham em disfarçar seus reais sentimentos.

 

Temos caminhado cada vez mais na direção da superficialidade, saindo do “miolo” para a “casca”. Agora a ocupação principal de muita gente é a de exibir uma imagem encantadora de si mesma, sendo que a veracidade daquilo que se exibe interessa cada vez menos. O importante é provocar suspiros de admiração nos interlocutores cada vez mais distantes e menos relevantes.

 

Fonte: http://flaviogikovate.com.br/ser-ter-parecer-aparecer/

 

 

06
Jul18

Qualidade de vida no trabalho

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A evolução nos padrões de vida social, fizeram com que as prioridades, os valores e a mudança de mentalidade condicionassem o que é mais ou menos importante na vida de cada um. Ela está diretamente ligada ao sentir-se bem. Isso pode ser identificado no trabalho ou não vida pessoal.


É claro, que existem aspetos fundamentais para que isso aconteça, que estão relacionados com o sentir. No ambiente empresarial, ela é um requisito básico para que os colaboradores sintam-se satisfeitos e contribuam assim para um clima laboral favorável e propicio para o crescimento pessoal e intelectual de cada um.

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É óbvio que tudo que os resultados de qualquer empresa dependem de quão satisfeitos estão em relação a aquilo que o trabalho lhes oferece. Quando isso não é uma realidade na empresa reflete automaticamente nos objetivos gerais da mesma.


Nos dias de hoje, existe uma preocupação constante da maioria dos líderes em medir a satisfação dos seus colaboradores, o que facilita o ajustamento das arestas a fim da melhoria do ambiente empresarial.


A presença de qualidade de vida no trabalho é um ganho a todos os nível e de mão dupla, tanto para o funcionário que consegue desenvolver suas capacidades num meio que o favorece, como também para a empresa que conseguirá reter talentos, ter menor rotatividade e progredir em termos de índices de satisfação. Isso lhes dá uma vantagem no que diz respeito a confiança que os seus colaboradores depositam nele e também a imagem que é levada dos mesmos junto a comunidade onde estão inseridos.


Alcançar a satisfação em ambas as partes é um trabalho contínuo e deve ser trabalhada todos os dias. Por isso, a avaliação da qualidade de vida no âmbito laboral deve ser uma premissa a ser levada em conta em todas as empresas.


Bom final de semana.

 

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